Tabela de Frete ANTT 2026: Como Funciona o Piso Mínimo e Como Calcular o Seu Frete
A Resolução ANTT 6.076/2026 atualizou o piso mínimo de frete em vigor desde janeiro. Saiba como ler a tabela por eixos e distância, como calcular o mínimo legal para cada rota e o que fazer quando o embarcador oferece valor abaixo da lei.
Por que a tabela ANTT de piso mínimo importa em 2026
Se você opera como transportador autônomo ou transportadora no Brasil, a tabela de piso mínimo de frete da ANTT não é opcional — é lei. Criada após a greve dos caminhoneiros de 2018, a Política de Preços Mínimos (PMF) estabelece o piso abaixo do qual nenhum frete rodoviário de cargas pode ser contratado ou pago legalmente. Em 2026, ela foi atualizada pela Resolução ANTT 6.076/2026, com vigência a partir de janeiro.
Mas conhecer a existência da tabela é diferente de saber usá-la. A maioria dos caminhoneiros sabe que ela existe, mas não sabe ao certo como lê-la, como calcular o piso para a própria rota, nem o que fazer quando o embarcador oferece um valor abaixo do mínimo legal. Este artigo explica o mecanismo completo, com exemplos práticos para as rotas mais comuns do mercado brasileiro.
O que é a tabela de piso mínimo de frete da ANTT
A Política de Preços Mínimos (PMF) foi criada pela Lei 13.703/2018, aprovada em resposta à paralisação dos caminhoneiros em maio daquele ano. A ideia central é simples: o mercado de transporte é estruturalmente desigual — embarcadores grandes têm poder de barganha infinitamente superior ao de um autônomo com um caminhão. Sem um piso mínimo, a concorrência predatória por preço levaria o setor a operar abaixo do custo, o que é insustentável para o motorista e perigoso para a sociedade (manutenção precária, fadiga, acidentes).
A lei delegou à ANTT a responsabilidade de calcular e atualizar o piso periodicamente, considerando:
- O preço do diesel no momento da publicação
- Os custos operacionais médios por tipo de veículo
- A inflação do setor de transporte (IPCA-T)
- A variação dos pedágios nas principais rodovias federais
O piso é calculado por configuração de eixos e por faixa de distância — o valor mínimo de um frete depende do tipo de veículo usado e da distância percorrida, não de uma tabela única para todos os casos.
Como a tabela está estruturada: eixos e faixas de distância
A tabela ANTT organiza os pisos mínimos em duas dimensões principais:
1. Por número de eixos do veículo
O número de eixos define a capacidade de carga e o custo operacional do veículo. Quanto mais eixos, maior o veículo, maior o custo fixo por km — e maior o piso mínimo correspondente:
| Configuração | Exemplo de veículo | Carga máxima (aprox.) |
|---|---|---|
| 2 eixos | Toco / VUC | 6 a 10 t |
| 3 eixos | Truck trucado simples | 14 t |
| 4 eixos | Truck trucado duplo | 16 t |
| 5 eixos | Carreta simples / Bitruck | 28 t |
| 6 eixos | Carreta padrão (mais comum) | 33 a 40 t |
| 7 eixos | Carreta extendida | 41,5 t |
| 8 eixos | Bitrem | 45 t |
| 9 eixos | Rodotrem / Vanderleia | 57 t |
2. Por faixas de distância
O valor por km não é linear: rotas mais curtas têm pisos proporcionalmente mais altos do que rotas longas. Isso reflete a realidade operacional — em distâncias curtas, o custo fixo de carregamento e descarregamento pesa mais em relação ao km rodado. As faixas utilizadas pela tabela ANTT são:
- Até 100 km
- De 100 a 300 km
- De 300 a 600 km
- De 600 a 1.000 km
- Acima de 1.000 km
Valores de referência da tabela ANTT 2026 (Resolução 6.076/2026)
A Resolução ANTT 6.076/2026 atualizou os pisos com vigência desde janeiro de 2026, incorporando a alta do diesel de 2025 e a variação de pedágios. Os valores abaixo são referências por faixa de distância e configuração de eixos, expressos em R$ por km rodado:
| Eixos | Até 100 km | 100–300 km | 300–600 km | 600–1.000 km | Acima de 1.000 km |
|---|---|---|---|---|---|
| 2 eixos | R$ 3,22/km | R$ 2,87/km | R$ 2,62/km | R$ 2,47/km | R$ 2,32/km |
| 3 eixos | R$ 4,15/km | R$ 3,68/km | R$ 3,33/km | R$ 3,13/km | R$ 2,93/km |
| 4 eixos | R$ 4,85/km | R$ 4,30/km | R$ 3,88/km | R$ 3,63/km | R$ 3,38/km |
| 5 eixos | R$ 6,25/km | R$ 5,55/km | R$ 5,00/km | R$ 4,70/km | R$ 4,40/km |
| 6 eixos | R$ 7,45/km | R$ 6,60/km | R$ 5,95/km | R$ 5,60/km | R$ 5,25/km |
| 7 eixos | R$ 8,35/km | R$ 7,40/km | R$ 6,70/km | R$ 6,30/km | R$ 5,90/km |
| 8 eixos | R$ 9,55/km | R$ 8,45/km | R$ 7,65/km | R$ 7,20/km | R$ 6,75/km |
| 9 eixos | R$ 11,30/km | R$ 9,95/km | R$ 9,00/km | R$ 8,45/km | R$ 7,95/km |
Nota: Os valores acima são de referência baseados na estrutura e nos parâmetros publicados pela Resolução ANTT 6.076/2026. Consulte sempre a tabela oficial no site da ANTT (antt.gov.br) para os valores exatos, pois podem ocorrer atualizações intermediárias durante o ano caso o diesel varie mais de 10%.
Como calcular o piso mínimo para a sua rota
O cálculo parte de uma fórmula simples, mas tem um componente fixo que muita gente esquece:
Valor mínimo do frete = (distância em km × valor/km da faixa) + componente fixo de carregamento
O componente fixo de carregamento é um valor que a ANTT adiciona ao cálculo variável para cobrir o tempo de espera em terminal, as operações de carga e descarga e os custos independentes da distância. Ele varia conforme o número de eixos e tende a representar entre 5% e 8% do valor total do frete em rotas longas.
Passo a passo do cálculo
- Identifique o número de eixos do seu veículo (use a tabela acima para referência)
- Meça a distância rodoviária da rota — use sempre a distância rodoviária real, não a linha reta. O Google Maps em modo "evitar pedágios" pode subestimar; prefira um roteirizador de caminhão como o Waze Truck ou TomTom Truck
- Identifique a faixa de distância e o valor por km correspondente na tabela
- Multiplique a distância pelo valor por km
- Adicione o componente fixo — na dúvida, use a calculadora oficial no site da ANTT para obter o valor exato com esse componente já incluído
Exemplo 1: Toco (2 eixos), rota de 240 km
- Faixa: 100–300 km → R$ 2,87/km
- Variável: 240 × R$ 2,87 = R$ 688,80
- Com componente fixo estimado: aproximadamente R$ 750 a R$ 800
Exemplo 2: Carreta 6 eixos, rota de 870 km
- Faixa: 600–1.000 km → R$ 5,60/km
- Variável: 870 × R$ 5,60 = R$ 4.872
- Com componente fixo estimado: aproximadamente R$ 5.100 a R$ 5.300
Exemplo 3: Rodotrem 9 eixos, São Paulo → Belém (~2.550 km)
- Faixa: acima de 1.000 km → R$ 7,95/km
- Variável: 2.550 × R$ 7,95 = R$ 20.272
- Com componente fixo estimado: acima de R$ 21.000
Pisos mínimos estimados para rotas comuns em 2026
Para facilitar a referência rápida, a tabela abaixo mostra o piso mínimo estimado para algumas das rotas mais frequentes do mercado nacional com carreta de 6 eixos:
| Rota | Distância (aprox.) | Piso mínimo estimado 2026 |
|---|---|---|
| São Paulo (SP) → Rio de Janeiro (RJ) | 430 km | R$ 2.800 – R$ 3.000 |
| São Paulo (SP) → Belo Horizonte (MG) | 585 km | R$ 3.500 – R$ 3.750 |
| São Paulo (SP) → Curitiba (PR) | 410 km | R$ 2.650 – R$ 2.850 |
| São Paulo (SP) → Goiânia (GO) | 930 km | R$ 5.450 – R$ 5.750 |
| São Paulo (SP) → Cuiabá (MT) | 1.730 km | R$ 9.500 – R$ 10.200 |
| São Paulo (SP) → Salvador (BA) | 1.970 km | R$ 10.800 – R$ 11.500 |
| São Paulo (SP) → Fortaleza (CE) | 3.020 km | R$ 16.400 – R$ 17.200 |
| Mossoró (RN) → São Paulo (SP) | 3.050 km | R$ 16.600 – R$ 17.400 |
| Cuiabá (MT) → Santos (SP) | 1.760 km | R$ 9.700 – R$ 10.400 |
Valores estimados com base nos parâmetros da Resolução 6.076/2026 e nas distâncias rodoviárias de referência. Use como ponto de partida na negociação — confirme o valor exato na calculadora oficial da ANTT antes de fechar qualquer contrato.
O pedágio está incluído no piso ou é cobrado à parte?
Esse é o ponto de maior confusão na aplicação prática da tabela. A resposta oficial: o custo de pedágio está incorporado na metodologia de cálculo da tabela ANTT, ou seja, o valor por km já considera um custo médio de pedágio para cada faixa de distância.
Isso não impede a cobrança separada. Se o pedágio real da sua rota for significativamente acima do estimado na tabela — o que é comum em rotas pesadas no Sul e Sudeste, especialmente em rodovias concedidas recentemente com tarifas mais altas — você pode e deve negociar o excedente com o embarcador. O piso da tabela é o mínimo; você pode negociar acima dele.
A estrutura de cálculo do piso considera três componentes:
- Componente variável por km: cobre diesel, desgaste proporcional à distância e mão de obra variável
- Componente fixo de carregamento: cobre tempo de espera em terminal, carga/descarga e custos independentes da distância percorrida
- Componente de pedágio médio estimado: incorporado no valor por km com base nos dados de concessões federais vigentes no momento da resolução
Piso não é teto: a tabela ANTT e o mercado real
Este é talvez o aspecto mais importante — e mais frequentemente mal compreendido — da tabela ANTT: ela define um mínimo legal, não um preço de mercado. Isso tem implicações práticas diretas:
- Você não pode cobrar menos do que o piso — isso é ilegal e sujeita o embarcador (e em alguns casos o transportador) a multas da ANTT
- Você pode e deve cobrar mais do que o piso sempre que o mercado permitir
- Em períodos de alta demanda — safra agrícola, escassez de caminhões em determinadas regiões, cargas urgentes — o mercado frequentemente opera acima do piso
Como discutido em nosso artigo sobre diesel a R$ 7,21, a Resolução 6.076/2026 foi publicada em janeiro com base no preço do combustível daquele período. A alta adicional acumulada entre fevereiro e maio de 2026 ainda não foi incorporada em nova resolução. Isso significa que, com o diesel atual, o piso da tabela pode não cobrir seus custos operacionais reais — especialmente para veículos com consumo acima da média ou rotas com pedágios intensos.
A tabela ANTT é o chão. Seu custo operacional real define se esse chão é suficiente para você sustentar a operação.
O que fazer quando o embarcador oferece abaixo do piso mínimo
Infelizmente, ofertas abaixo do piso ainda ocorrem — especialmente em praças com excesso de oferta de caminhões. O que fazer:
1. Informe o embarcador com dados concretos
Muitos embarcadores não conhecem bem a tabela ou testam o limite. Apresente o valor calculado para a rota específica: "o piso mínimo da ANTT para essa rota com esse veículo é R$ X — não posso aceitar menos sem descumprir a lei". Números tiram o argumento de barganha subjetivo.
2. Documente a oferta abaixo do piso
Se o embarcador insistir, guarde o registro da comunicação (e-mail, mensagem no WhatsApp, tela do aplicativo). Isso pode ser relevante em uma eventual denúncia ou contestação posterior.
3. Denuncie à ANTT
A ANTT mantém canal de denúncias acessível pelo site antt.gov.br (Ouvidoria) e pelo telefone 166 (gratuito de qualquer aparelho). A penalidade para o embarcador que contratar frete abaixo do piso é multa de R$ 550 a R$ 10.500 por infração, conforme a Lei 13.703/2018.
4. Recuse sem culpa
Aceitar um frete abaixo do piso não é apenas ilegal — é economicamente insustentável. Você não está prejudicando ninguém ao recusar; está protegendo sua operação e contribuindo para manter o nível de preços justo para toda a categoria. Um motorista que aceita frete abaixo do custo subsidia o embarcador com sua própria margem.
Quando a tabela de piso mínimo não se aplica
Nem todo transporte rodoviário está coberto pela PMF. As principais exceções:
- Transporte de passageiros: a tabela é específica para cargas
- Transporte municipal integrado: operações integralmente dentro do perímetro urbano, sem uso de rodovias federais, podem ter regulação municipal diferente — consulte o órgão regulador local
- Transporte internacional: fretes para outros países seguem acordos bilaterais e regulação específica do Mercosul e ANTT para transporte internacional
- Veículos que não exigem RNTRC: veículos de carga muito leves (pickup, van, Kombi operando em carga fracionada urbana) podem ter enquadramento diferente — verifique junto à ANTT se há obrigatoriedade de RNTRC para o seu caso
Para dúvidas sobre enquadramento, o canal oficial é a Central de Atendimento da ANTT: 166.
Com que frequência a tabela é atualizada
A Lei 13.703/2018 determina revisão anual obrigatória. Além disso, a ANTT pode publicar atualização extraordinária se o preço do diesel S10 variar mais de 10% em relação ao valor usado na última resolução. O histórico recente das resoluções:
| Ano | Resolução | Principal fator de reajuste |
|---|---|---|
| 2022 | Res. 5.867/2022 | Alta do diesel pós-pandemia + revisão de pedágios |
| 2023 | Res. 5.925/2023 | Variação do diesel Petrobras + IPCA-T |
| 2024 | Res. 6.012/2024 | Reajuste anual + novos contratos de pedágio federal |
| 2025 | Res. 6.046/2025 | Alta do diesel de 2024 + inflação do setor |
| 2026 | Res. 6.076/2026 | Diesel alto de 2025 + atualização de pedágios federais |
Para saber se houve atualização intermediária em 2026, acompanhe o Diário Oficial da União (DOU) ou acesse diretamente o site da ANTT (antt.gov.br → Transporte de Cargas → Piso Mínimo de Frete).
Tabela ANTT vs. CIOT: são obrigações diferentes
Uma confusão muito comum no setor: tabela de piso mínimo e CIOT não são a mesma coisa — são obrigações complementares:
| Tabela de Piso Mínimo (PMF) | CIOT | |
|---|---|---|
| O que é | Valor mínimo legal que pode ser pago pelo frete | Documento que comprova o pagamento correto ao TAC |
| Base legal | Lei 13.703/2018 | Lei 11.442/2007 + IN RFB 1.832/2018 |
| Quando obrigatório | Em todos os contratos de frete rodoviário de cargas | Apenas quando transportadora ou embarcador paga diretamente ao TAC (autônomo) |
| Como cumprir | Nunca contratar abaixo do valor calculado pela tabela | Emitir o CIOT via entidade credenciada (ANTT) antes do pagamento |
| Multa por descumprimento | R$ 550 a R$ 10.500 para o embarcador | Responsabilidade trabalhista para a contratante + multa ANTT |
Em resumo: a tabela define o quanto você deve receber; o CIOT é o documento que comprova que recebeu. Ambos são obrigatórios nas suas respectivas situações e se complementam na proteção do motorista autônomo.
Onde consultar a tabela oficial e calcular o piso da sua rota
A tabela completa e oficial, com todos os valores exatos por eixo e faixa de distância, está disponível no site da ANTT. O caminho para encontrá-la:
- Acesse antt.gov.br
- No menu principal, vá em "Transporte de Cargas"
- Clique em "Piso Mínimo de Frete"
- Faça o download da resolução vigente (6.076/2026) para consultar todos os valores em detalhe
Na mesma seção, a ANTT disponibiliza uma calculadora online: informe o número de eixos do veículo e a distância da rota e o sistema retorna o piso mínimo calculado — já com o componente fixo de carregamento incluído.
Perguntas frequentes
A tabela ANTT se aplica para motoristas autônomos (TAC)?
Sim. A tabela de piso mínimo se aplica a todos os contratos de transporte rodoviário de cargas no Brasil, independentemente de o transportador ser empresa ou autônomo com registro no RNTRC. O que muda é que, no caso do TAC contratado por uma transportadora, a responsabilidade pela conformidade com o piso recai sobre a contratante — que também responde pela emissão correta do CIOT.
Posso aceitar um frete abaixo do piso se concordar com o embarcador?
Não — a lei não admite "acordo" abaixo do piso. Qualquer contratação abaixo do valor mínimo é nula na parte que contraria a lei, e o embarcador sujeita-se à multa da ANTT independentemente de o motorista ter aceito. Além do aspecto legal, aceitar abaixo do piso significa trabalhar abaixo do custo calculado pelo regulador — o que, na prática, é operar no prejuízo.
A tabela 2026 já reflete a alta do diesel de R$ 7,21?
A Resolução 6.076/2026 foi publicada em janeiro de 2026 com base no preço do diesel vigente naquele momento. A alta adicional acumulada entre fevereiro e maio de 2026 — que chegou a 21,8% segundo dados da ANP — ainda não foi incorporada em nova resolução. Se o diesel continuar acima do patamar de janeiro, há chance de a ANTT publicar uma resolução extraordinária no segundo semestre. Até lá, é fundamental calcular seu custo operacional real e negociar fretes acima do piso para manter a margem.
O piso mínimo inclui o frete de retorno vazio?
Não. O piso mínimo cobre apenas o trajeto carregado (origem → destino da carga). O custo do retorno vazio — quando não há carga disponível para a rota de volta — é de responsabilidade do transportador e deve ser embutido na negociação do frete de ida. Por isso é fundamental buscar frete de retorno para diluir o custo total da operação. Plataformas como a Puxada facilitam esse processo ao concentrar ofertas de cargas por região e rota, permitindo que você encontre carga para a volta antes mesmo de partir.
Como saber se o frete que me ofereceram está dentro da tabela?
Acesse a calculadora no site da ANTT, informe o número de eixos do seu veículo e a distância rodoviária da rota. O sistema calcula o piso em segundos. Se a oferta estiver abaixo, você tem base legal para recusar ou negociar — e o embarcador sabe que está descumprindo a lei.
O piso mínimo vale para qualquer tipo de carga?
A tabela geral se aplica à maioria das cargas. Existem tabelas complementares para cargas especiais (produtos perigosos, granel líquido, cargas indivisíveis com autorização especial de trânsito) que têm parâmetros diferenciados. Se você opera com essas categorias, verifique as tabelas específicas na seção de Piso Mínimo no site da ANTT.